Porque dependendo da material, ele pode liberar alguma(s) substância(s) que pode danificar a célula, o PVC é um exemplo, pois acima de 200°C ele começa a liberar ácido clorídrico e com isso vai danificando tanto a célula como o termopar por se tratar de um material corrosivo. Então, o ideal é sempre correr uma amostra desconhecida em um TGA, descobrir a temperatura de degradação e só depois fazer a análise no DSC com uma folga de temperatura de aproximadamente 30°C para a temperatura de degradação.
São os quatro termos da medida da taxa do fluxo de calor que inclui os efeitos da resistência térmica e o desequilíbrio da capacidade calorífica, assim como a diferença na taxa de aquecimento dos calorímetros da amostra e da referência.
O DSC mede a diferença da taxa de fluxo de calor (mW = mJ/s) entre uma amostra e uma referência em uma atmosfera inerte em função do tempo e temperatura
Após a limpeza, mesmo com a impressão de estar totalmente limpa, provavelmente sua célula está contaminada com algum resíduo do seu material; portanto, você pode fazer uma limpeza da seguinte maneira: uma corrida em atmosfera oxidante (ar / O2) de temperatura ambiente até 400°C, após o término da corrida aguardar a temperatura ambiente, fazer uma nova limpeza com a caneta de fibra de vidro e posteriormente utilizar um cotonete com acetona. Nunca esquecendo que jamais deve encostar no termopar, pois se trata de uma peça muito frágil.
Isso depende muito do quanto o equipamento é utilizado e também do material usado na análise. Mas principalmente vai depender do estado da linha de base que o equipamento está demonstrando em uma corrida; em caso de ruído, a primeira coisa a se fazer é uma limpeza e posteriormente uma calibração. Geralmente a limpeza é feita uma ou duas vezes por mês. Deve-se passar cuidadosamente a caneta de fibra de vidro para remover a sujeira, nunca encostando no termopar.